[off-topic] resenha do livro The Seven-Day Weekend: Changing the Way Work Works

Classifiquei o post como off-topic pois o livro é sobre gestão (de pessoas), mas resolvi falar dele aqui pois as práticas apresentadas pelo Ricardo Semler, autor do livro, têm clara relação com a abordagem de auto-organização proposta pelas metodologias ágeis de desenvolvimento de software.

Semler é um empresário brasileiro conhecido por seus métodos pouco – ou nada – ortodoxos de gestão. Ele escreveu best-sellers como Virando a Própria Mesa e Maverick. Já li o primeiro, há muitos anos, mas confesso que não lembro absolutamente nada – apenas que o achei revolucionário. Resolvi ler este de que falo aqui depois que vi o Semler ser bastante citado por algumas pessoas bem conhecidas na comunidade ágil brasileira, especialmente o Daniel Wildt.

Neste livro – assim como nos demais, se não me engano -, Semler apresenta as práticas de gestão adotadas em sua empresa, a Semco. Um resumo: autogerenciamento, democracia organizacional (os funcionários escolhem seus próprios líderes), horário flexível, home office, ausência de organograma formal, ausência de descrição de cargos, ausência de missão, visão e valores, ausência de planos de longo prazo (no máximo, seis meses), funcionários escolhendo em que projetos vão trabalhar, funcionários definindo seus próprios salários.

Abaixo um conjunto de trechos que achei interessante reproduzir:

http://t.co/MOorxHZ
http://t.co/VmNnwGTn
http://t.co/uyKSL3uL
http://t.co/JgJhENNa
http://t.co/kQitoxk0
http://t.co/z79cemba
http://t.co/bAWjF8RM
http://t.co/7iJwxl3i
http://t.co/hwKUMg6j
http://t.co/0purSsTn
http://t.co/ycQRSnw4
http://t.co/pRRevs4b
http://t.co/5MFc6TUp
http://t.co/KktFNcSK
http://t.co/XUpRxCk2
http://t.co/QUW0m197

Este foi o melhor livro que já li até hoje sobre gestão (de pessoas). Mas um alerta: o livro talvez provoque muitas dúvidas e ceticismo naqueles que ainda não tiveram contato com modelos formais de auto-organização no mundo “empresarial”.


[OT] Be on the Net

O Be on the Net é um produto destinado a “vitrinizar” na web uma pequena empresa. Pequenas empresas não têm verba para criar um saite sotisficado. Normalmente então ou não criam seus saites ou contratam profissionais autônomos para criá-los. Acontece que, neste caso, o resultado é em geral de baixa qualidade: leiautes, cores, conteúdo, imagens, fontes, disposições de texto inadequadas.

Be on the Net se propõe a resolver esse problema, provendo alguns modelos sofisticados e algumas funcionalidades que normalmente são úteis nesse contexto. Além disso, a turma do Be on the Net faz um trabalho de bastidores para que seu saite fique bem classificado quando alguém pesquisar no Google. Alguns exemplos de ramos que podem se beneficar do produto: fotografia, cerimonial, viagem, confeitaria.

O primeiro saite criado com o produto foi o da fotógrafa Patrícia Figueira. Vale a pena conferir.

Para saber mais sobre o Be on the Net, visite seu saite em beonthe.net.

P.S.: “[OT] (off-topic)” não é uma etiqueta mágica que me permite falar aqui sobre qualquer assunto. Ainda que com esse recurso possa fugir do assunto principal deste blogue, ele não me dá o direito de falar sobre qualquer coisa. Há de haver alguma relação. Divulguei o Be on the Net pelo fato de ter sido um pedido do meu eterno mestre Vinícius e por ser um produto de software desenvolvido com eXtreme Programming (XP) pela ImproveIt, empresa que outrora foi a maior divulgadora e especialista em XP e metodologias ágeis no nosso país. Portanto, não me peçam para divulgar qualquer produto aqui. Se você é meu amigo, abriu um barzinho maneiro em Fortaleza, e me pedir para divulgá-lo aqui, terá o pedido indeferido.


[OT] mudança de endereço (URL)

Mal comecei já estou mudando. Mas é por uma boa causa. Muitos me pediram para utilizar um domínio diferente pois o WordPress era bloqueado em suas redes. O endereço então do blogue vai ficar assim:

http://blogue.claviustales.com.br

E o dos feeds, assim:

http://blogue.claviustales.com.br/feed/

Atualizem seus leitores.

Sei que muitos ainda vão reclamar, pois há casos também em que a sequência “blog” é bloqueada. Mas aí paciência.